óculos

Mal toca o despertador.
Óculos de grau.
Ufa! Ainda é a terceira soneca.
Passados alguns minutos, óculos de sol, que não por acaso também possuem lentes corretivas.
Diferentes meios de transporte e elevadores depois, óculos de grau. De novo.
Antirreflexo. É melhor pra quem trabalha em frente ao computador.
Meio dia e vinte e três. Hora dos óculos de natação.
Após o cansaço vem a substituição.
Saem as lentes de plásticos e entram novamente as de policarbonato.
Estes permanecem em posição até o fim do dia, salvo algum lampejo de euforia.
Um choro de felicidade.
Ou de desespero.
Quando as duas mãos encontram a face e empurram o acessório acima das sobrancelhas.
A visão turva ajuda a esquecer. Ou a criar uma falsa bolha protetora.
Exceções à parte, a armação preta fosca só deixa o rosto após uma partida de FIFA
> um episódio de série
> uns capítulos daquele livro esquecido na cabeceira.
E ao confirmar se o alarme está ativo.

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